Outro dia desses estava lembrando de um caso que me aconteceu há uns 10 anos atrás.

PACIENTE 24720

Eu tinha 16 anos, morava com meus avós e meu pai e sempre estávamos recebendo visitas de parentes nossos, inclusive, meus tios, que iam visitar meus avós já bem idosos.

Tenho 5 tios e 3 tias, então, a casa sempre estava cheia. Desses 5 tios 2 são adotivos, então, não são meus tios de sangue e sim consideração.

Um desses tios de consideração não saia lá de casa. Sempre que podia, aparecia…. E conversávamos muito, víamos tv, as vezes ele me ajudava com alguns trabalhos no colégio.

Só que eu sempre sentia que ele estava de olho grande pra cima de mim… E claro, não fazia por menos. Teve uma época, ele, muito cheio de trabalho, deu uma pausa lá de casa de alguns meses. Sempre ligava, conversava um pouquinho e desligava.

Nossa relação era realmente muito boa e confesso que eu sentia uma atraçãozinha por ele sim, principalmente quando percebia que ela estava me olhando. Quando eu olhava de volta, ele dava um sorriso e depois disfarçava, comentava algo e mudava de assunto. Quando ele estava lá, eu fazia de tudo pra agradá-lo, não só pelo desejo, mas também, pela afeição e amizade que tinha por ele. Sempre ia correndo e lhe dava um forte abraço… as vezes ia pra cozinhar fazer algo pra ele comer e ele ficava na bancada só me olhando. Fazia alguns comentários engraçados… as vezes maldosos e eu morria de desejo por dentro, mas ficava na minha.

Lembro de uma vez que nosso grau de intimidade estava tão grande que um dia quando estava na cozinha fazendo um pão, ele chegou por trás de mim e me abraçou… deslizou as mãos pela minha barriguinha e me apertou.

E depois falou no meu ouvido… – Ficou arrepiada?! – me deu um beijo no pescoço e saiu

É óbvio que eu tinha ficado arrepiada… e não só isso… senti minha calcinha molhar levemente.

Depois fiquei até meio envergonhada e tentei me consolar com o fato de que ele não era meu tio de sangue. E outra… ele era mais velho, 40 anos. E aquilo me excitava mais ainda.

Quando ele estava lá em casa ficávamos de conversa boba, ele me abraçava por trás, me beijava na nuca… E um dos dias mais excitantes era quando decidíamos jogar banco imobiliário ou qualquer outro jogo de tabuleiro. E quando algum levava uma repreensão, não cumpríamos o que o jogo pedia e sim, estipulávamos a consequência pra nós mesmos.

Nesse dia em que jogamos, estávamos na sala, no andar de baixo. Não havia ninguém no primeiro andar, só no segundo, meus avós… e dormindo.

No tapete da sala… eu de frente pra ele. Caí numa casa que pedia pra eu devolver todos os meus bens… perguntei rindo baixinho…

– Tioo… que vamos fazer agora?

– Não quero que você perca o jogo… Vou te poupar dessa… mas… – com um meio sorriso e os olhos ardentes

– Vou ter que fazer algo pra você…?

– Isso….

– O que você quer que eu faça então…. tio?

– O que vc sente vontade de fazer comigo…? minha lindinha

Eu confesso que adorava aquelas conversas… meu rosto ficava quente e eu sentia que ele queria o mesmo que eu.

– Hummm… – levantei e me sentei ao lado dele. Ele me olhou de cima a baixo com os olhos maldosos – Já sei… – Me levantei denovo, vendei os olhos dele e peguei uma mão dele… – Tio… vc vai ter que advinhar que parte do meu corpo é essa…

– Huuummm… Gostei…

E então peguei a mão dele… e botei na minha coxa… segurando o pulso dele fiz movimentos circulares… subindo e descendo a mão na coxa interna.

– Nossa… que macio… não sei… preciso tocar mais… com as duas mãos

– Ai tio…. vai ficar muito fácil assim… Aliás… seu toque é bom – falei sorrindo, tentando transparecer o mínimo de maldade possível.

Ele fez um pouco mais de firulas, ficou alisando com vontade, com as duas mãos. E enquanto ele estava com os olhos vendados, eu olhei pra… aquela parte, deliciosa… e dava pra ver um volume maior que antes….

– É a sua coxa… uma delícia… – e nisso, tirei a venda dos olhos dele e falei – acertou… – e beijei a buxexa

Mas enfim, vamos a história. Quando ele ficou todo esse tempo sem ir lá em casa, eu me permiti andar em casa um pouco mais a vontade (eu já andava a vontade quando ele estava aqui, mas sem ele, fiquei mais ainda). E dessa vez, estava com uma regatinha meio larguinha sem sutiã, e um micro short de tecido leve, com um fio dental… certa hora, senti um incomodo com a calcinha e tirei, deixei em cima da pia do banheiro. Logo, ficou meio transparente, dando pra ver (só pra quem olhasse bem atentamente) minha bucetinha recém depilada.

Até que ouvi a campainha tocar. Já que estava em casa sozinha, fui correndo atender… um pouco preocupada com os trajes.

Quando abri a porta, não acreditei! Era ele, meu tio mais adorado!!!

Corri pra abraçá-lo e subi no colo dele, o enlaçando com as pernas. Ele me olhou com um rosto feliz e veio andando comigo até a sala, fechou a porta comigo ainda no colo dele fazendo alarde, gritando e lhe beijando a boxexa. Ele me beijou no pescoço e me soltou no sofá.

– Que saudade mila! – e depois desse comentário, ficamos conversando por uns 15 minutos.

– Mas tio… o vô saiu com a vó. Acho que só chegam de noite…

Ele então ficou sério. Olhou fundo pra mim.. e depois de alguns segundo sorriu.

– Não tem problema… adoro ficar com você.

Estremeci por dentro.

– Tio, tem umas coisas gostosas lá na geladeira… posso pegar pra você?

– Claro… vou junto.

Fui na frente… Me abaixei pra pegar a garrafa de suco na ultima prateleira. E não vou dizer que não teve segundas intenções. Meu shortinho larguinho entrou todinho no reguinho… e ouvi um – nossa – baixinho. Sorri por dentro. Continuei andando pela cozinha, pegando as coisas.. e ele… me olhando por trás.

Até quebraços me enlaçam novamente, do mesmo jeito que uns meses atrás. Senti uma leve pressão na minha bundinha… gemi baixinho… e ele percebeu.

– Tô te machucando?! – sussurrou no meu ouvido

– Não…. é que seu abraço é muito bom tio… – disfarcei

– Huuumm.. tem certeza de que é só isso…?! – Ainda abraçado

– ahannn… – estava mole de tesão só com esse abraço. Ninguém nunca tinha me puxado daquela forma… e eu queria mais, apesar de não dar o braço a torcer…

Até que ele me soltou…

– Lindinha…. vou no banheiro, pode deixar o lanche arrumado aí que eu pego.

E foi. E derrepente lembrei… ‘Ai… meu fio dental no banheiro…’

E não deu outra… Eu já estava na sala quando ele voltou com a calcinha na mão. Ele só olhou pra mim e sorriu… Pegou com as duas mãos nas alcinhas…

– Obviamente é sua… – comentou

Concordei com a cabeça sorrindo com um pouquinho de maldade

– Se estivéssemos jogando….. e vc tivesse que pagar alguma prenda….. eu pediria pra vc vestir e mostrar

Meu rosto ficou quente.

– Vamos jogar então – sugeri na cara-de-pau.

Peguei o jogo, sentei ao lado dele, no tapete da sala… Estava tudo desligado e as cortinas fechadas… Logo, um escurinho gostoso.

Me encostei no ombro dele e me curvei….. Só depois de alguns segundo foi que percebi que dava pra ver meus peitinhos que de diminutivo não tinham nada. E ele percebeu também pois percebi seu rosto descendo na minha direção e olhando fixamente. Começamos a jogar. E até que….. pronto. Primeira prenda. e era de quem?! Minha.

– Huuumm… acho que já sabe o que vou pedir….

– Já sei tio…. – falei maldosa. Peguei a calcinha e fui ao banheiro.. vesti e voltei.

– Nossa… Essa calcinha não cobre nada…. – comentou rindo, um tanto quanto agitado – que bundinha linda vc tem…

Olhei pra ele com cara de safadinha… não estava mais conseguindo disfarçar meu tesão e nem ele. Toda hora arrumávamos um motivo pra nos tocar.

E dentre várias provas e varias… sacanagenzinhas…. heis a melhor de todas.

– mila… quero que vc sente no meu colo… e fique o tempo que eu determinar.

Tremi e sorri por dentro ao mesmo tempo. Ele se sentou no sofá, abriu um pouco as pernas e (de fio dental) sentei no colo dele devagar, porém com vontade e até um pouco de força… ele me deu aquele abraço…

– Agora você é minha… Todinha…

– Huummm… Ttito… não estou entendendo – fiz voz de criancinha e rebolei, enterrando a bundinha no colo dele…

– Nossa mila… que bundinha gostosa… – ele falava como se eu fosse uma criancinha e como se estivesse querendo me ensinar algo – muito bem…. esse é um exercício ótimo… sabia?

– Sabia titio.. – eu ainda rebolando, fazendo vozinha de criança.

– E se você continuar fazendo esse exercício certinho…. anh… ahn… desse jeito…. vou lhe dar uma mamadeirinha… que eu sei que você quer faz tempo

– Ai tio… que delicia… adoro mamadeira….

Peguei as mãos dele que já estavam na minha virilha e subi… pro meu peitinho…. durinho

Ele me acariciava com tanto tesão e eu estava tão molhada que minhas coxas estavam meladinhas. Senti uma vontade incontrolável de sentar no pau dele…. mas deixei ele controlar a situação por enquanto. Ele se roçava em mim de tudo quanto é jeito, fazendo vários movimentos… brincando que estávamos fazendo ‘cavalinho’. E eu tentava não me mostrar tão excitada, mas não conseguia.

– Vc é uma boa menina… – falava alisando meu corpo. E ele alisou todas as partes que suas mãos alcançavam…. até que….

– Anhhhhhhhhhhhhhhhh! – dei um gemido muito alto… seus dedos tocaram minha bucetinha carente… molhada… – Tio…. beija meus lábios… ?

E ele me agarrou com agressividade. E me beijou ferozmente ainda de costas pra mim, com outro dedinho na testinha da minha buceta. Deus dedos brincavam de entrar e sair, já que ela estava deslizando… lisinha…

– Não titio… não são esses lábios que eu estou falando… estou falando de outros lábios… molhadinhos eles querem um beijinho seu… agora…

Não precisei falar duas vezes… e ele me deitou no sofá e beijou… beijou, lambeu… e finalmente… enfiou a língua na minha buceta carente de atenção. Chupou muito, até quase secá-la. Quase gozei….

Ele levantou, olhou pra mim.. e tirou a roupa… Quando eu vi o pau dele… nossa… que delicia.

-Vem cá… tá na hora da sua mamadeirinha… – e eu deitada no sofá, só virei a cabeça de lado e ele em pé, se apoiou no sofá… e eu peguei… toquei uma punheta… e depois… claro… realizaria o meu desejo. Chupar todo aquele pau… q não era tão grande, mas era grosso… e tinha uma enorme cabeça. Chupei muito, muito, muitoeu queroele balbuciava cheio de tesão.

– Não tio…. – fui até a calça dele, tirei a carteira do bolço… e procurei uma camisinha… vesti seu pau todinho… dei mais uma chupadinha… – tio… enfia na minha bucetinha…. ? Por favor…. me come….

E eu já estava pronta… minha buceta abertinha, já tinha feito isso… estava esperando pelo pau dele… e ele, louco, como um cachorro, deitou em cima de mim… que estava de perna aberta.

Gemi. Não demorou pra enfiar… eu estava tão molhada e minha buceta tão inchadinha que facilitou o trabalho, fazendo ele deslizar todinho pra dentro.

E depois disso, ele enfiou e tentou ir devagar, mas não conseguiu… eu percebi que ele estava morrendo de vontade de gozar… Mas segurou… ele gemia… chupando meu peitinho… com o biquinho duro. duro… e eu morrendo de vontade de gozar também….

Até que ele recomeçou devagar… Enfiava até o final… e depois tirava todo…

E a sensação de sentir aquela coisa dura, latejante, entrando e saindo era maravilhosa…

– Tio… me dá leitinho… – e então pedi pra ele levantar

Fiquei de quatro… E ele enfiou na minha buceta de novo, só que por trás… e foi uma sensação maravilhosa… até que começamos a gemer alto, quase gritando… uma mão dele no meu grelinho… a outra segurando minha cintura… senti o saco dele encostar na minha bucetinha abertinha.. e não aguentei…

Senti que ele parou de enfiar rápido… e derrepente… de uma só…. com toda a força…. enfiou e gemeu alto… senti que ele estava gozando… e então, eu rebolando mais um pouco… gozei também…

Depois disso, no chão, caídos, suados, colados… Eu fechei os olhos enão conseguia pensar em nada…

E um murmuro encheu meus ouvidos:

– Mila… foi… perfeito…

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