Você se masturba com frequência? – perguntei ao William.

PACIENTE 13720.D

– Ah para. Que pergunta é essa?

– Eu não vou te julgar. Apenas responda.

– Eu procuro evitar.

– E evita?

– Sim.

– Nunca?

– Às vezes tenho alguma recaída…

– Já se masturbou pensando em mim?

– Para com isso, vai!

Eu precisava saber. Pus na cabeça que a casada pela qual ele já tinha se sentido atraído era eu e a minha curiosidade estava me matando.

– Não paro. Fala! – insisti.

– O que quer que eu responda?

– Que já.

– Já.

– Já mesmo?

– Não é o que queria que eu falasse? Já.

– Quando?

– Algumas vezes.

– Quando, por exemplo?

– Quando estávamos, você sabe, meio envolvidos quando você largou do Diego. E numa noite você disse que me desejava e que queria fazer umas coisas comigo depois que casássemos?

– Eu não falei isso.

– Falou sim

– Que coisas?

– Que queria fazer sexo comigo quando acordasse, que queria fazer oral em mim e sentir o gosto do meu sêmen…

– Eu nunca falaria isso.

– Pois falou.

– E quando mais?

– Quando me mandou a foto do seio…

– Putz, tava inflamado.

– Mas continuava bonito e eu nunca tinha visto, entendeu?

– Aquela foto tava horrível. Não era pra gostar do meu seio daquele jeito.

– Bem, era a que eu tinha.

– Tudo bem. Obrigada por contar.

É claro que aquilo me deixou excitada. Pensar que um homem, que não era o meu marido, havia se masturbado pensando em mim era… Uau! Sim, um outro homem, não o meu marido, havia ejaculado pensando em mim. No que será que ele pensava? No meu gemido? No meu corpo? No esperma enchendo minha vagina gorduchinha? Ou escorrendo nos meus grandes mamilos? Quem sabe na minha boca? Não, o William não seria tão ousado, mas talvez o Pedro sim… Será que o Pedro já havia gozado pensando em mim?

Não aguentei. Gozei desta vez. Com o pênis de borracha de 20 cm na minha boca.

QUANDO MEU MARIDO veio naquela semana, eu estava muito excitada. Quis fazer-lhe uma surpresa. Comprei uma camisola nova e uma calcinha sexy. Decidi também revelar o pênis de borracha, mentindo que havia comprado junto com a camisola e a calcinha.

Com a ajuda do grande espelho do quarto, tirei algumas fotos sensuais usando a nova lingerie, e mandei pra ele pelo whatsapp antes de ele chegar, dizendo que queria relembrar os bons tempos.

Além disso, deixei nosso filho na casa dos meus pais, para que pudéssemos ter um pouco mais de privacidade.

Algum tempo antes que meu marido chegasse, no final daquela tarde, Pedro me chamou no whatsapp para conversar. Eu disse que meu marido estava vindo e que não poderíamos conversar agora. Então ele perguntou se eu tinha alguma foto para ele. Eu não tinha nada novo, então peguei uma das que eu havia tirado para o meu marido e mandei. Na foto apareço sentada na cama, de frente ao espelho, de costas, só de calcinha, meu bumbum virado para o espelho, os seios escondidos. Mandei e falei:

– Mandei errado, apaga por favor.

– Linda demais. Assim você me faz perder a cabeça.

– Essa era do meu marido. Apaga, vai – eu sabia que ele não ia apagar.

– E se eu não apagar.

– Se não apagar, vai ter que se contentar com essa foto hoje, que nem era sua.

– Parece justo.

Cerca de 1 hora depois, vi nas notificações uma mensagem dele que dizia:

“Pensa em mim quando seu marido estiver ejaculando em você hoje”

Aquilo me deixou maluca. Inacreditável que ele tivesse tido o desparate de falar aquilo. Que tesão! O que estava acontecendo comigo? Já estava quase me esquecendo de ter juízo.

Porém, antes que eu pudesse visualizar, percebi que ele havia apagado a mensagem. Entrei na conversa e perguntei: “o que você apagou aí?”

– Nada não. Eu só ia dar um até breve, mas escrevi errado, então apaguei e já ia mandar de novo.

– Ah sim. Obrigada por ser tão atencioso.

Se era assim que ele queria brincar, ótimo. Fingi que não vi. Mas é claro que eu ia acabar pensando nele. Aquilo era quase uma maldição. Uma maldição muito gostosa.

CONTUDO, o sexo com meu marido não foi nem de longe aquilo que eu esperava. Durante à noite, até depois do jantar, tentamos ficar próximos, um beijo outro, um carinho aqui, outro lá, mas a verdade é que tudo parecia meio constrangedor, quase como se não nos conhecêssemos mais.

Quanto ao sexo em si, fora o meu fogo todo, nada foi muito além do que vinha sendo. Eu me arrumei toda, me raspei, me maquiei, me perfumei, pus lingerie nova, mas…

Ele nem ligou muito para o brinquedo. Talvez tenha achado ruim o fato de ser um pouco maior do que o pênis dele. Será que estava com ciúme? Para a lingerie, bem… Ele me chupou. Fazia um bom tempo que ele não punha a boca na minha vagina, mas foi rápido. Eu também chupei o pênis dele, de joelho, olhando no olho dele, para ele ver que hoje eu estava me arranhando por dentro. Isso o animou um pouco e ele me penetrou um pouco de quatro, mas sem força, sem gás, sem vontade… Aquilo começou a me deixar com raiva, tanto que comecei a pedir pra ele acelerar. Logo ele me virou, me deixando com a barriga pra cima, enquanto ele continuou me penetrando de pé. Aproveitei a posição e comecei a me masturbar.

O ponto alto da noite foi quando peguei o pênis de borracha e comecei a chupar enquanto olhava nos olhos dele. Aquilo começou a me dar tesão, o pênis do meu marido dentro da minha vagina e aquele outro na minha boca. Aquele outro. Ai eu queria tanto, sim! Pedro, será que seu pau é gostoso assim? Deixa eu te chupar, deixa! Me deixa louca! Eu pensava, enquanto meu marido metia forte e parecia também gostar daquela cena…

– Gosta? – perguntei?

– Gosto…

– É? Gosta de ver eu chupando outro pau, gosta?

– Sim…

– Mas esse aqui não goza, vem aqui gozar, vem!

E ele veio. Nesse instante peguei meu celular e comecei a filmar enquanto o chupava. Chupei, muito, não como esposa, mas como uma gulosa, uma vadia, uma safada… Chupei como se aquele pau não fosse do meu marido, mas do Pedro, sim, Pedro, goza, pode ser na minha boca…

E ele gozou, derramando na minha boca e sujando a minha cara, enquanto eu filmava tudo e gozava.

Sim, eu gozei.

MAS NO DIA SEGUINTE BRIGAMOS FEIO. Ninguém mais aguentava aquela situação. Aquela frieza. E acabamos dizendo umas verdades e umas besteiras um para o outro. Não quero entrar em detalhes sobre isso, mas fato é que acabei muito mal, magoada, com raiva dele, com nojo. E ele também, provavelmente, não ficou em melhor estado do que eu, já que eu também falei um monte.

Fui pro banho chateada, com raiva, chorando.

Quando estava saindo, o William me ligou para uma chamada de vídeo

Atendi, enrolada na toalha.

Ele perguntou o que eu tinha, disse que já contaria, mas precisava me vestir primeiro. Eu disse que não precisava desligar, que eu me vestiria rápido, e pus o celular na cama, encostado em um travesseiro, virado para o espelho…

Não foi intencional inicialmente, mas quando percebi que o celular da cama podia gravar o reflexo do espelho e que, se eu me vestisse do outro lado da cama daria para me ver, ainda que não muito perto, não pensei duas vezes. Era excitante, sim, e meu marido merecia aquilo.

Cruzei o quarto, até ficar de frente para o espelho e, olhando disfarçadamente, para que não percebesse que fiz de propósito, me pus na frente do espelho e tirei a tolha…

Durante alguns instantes, fingi me secar, lentamente. Primeiro de costas para o espelho, imaginando se ele estava me vendo ou não. Depois me voltei, e me sequei de frente. Pus um dos pés sobre a cama, fingindo secá-lo, quando esta posição deixava meus seios e minha vagina exposta pra que ele visse… Depois me vesti, pus uma calcinha, um short e uma blusinha, sem sutiã.

Quando peguei o celular, ele estava quieto. Olhava para os lados, como se fizesse outra coisa.

Aquilo foi mais excitante do que a noite passada.

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