PACIENTE 6720.B

SEGUNDA CONSULTA

Despertei com os gritos de Zenaide. Ela acordou alguns minutos antes e se debatia em desespero. Então com o mesmo desespero de minha amiga abri o berreiro. Estávamos ambas deitada nuas numa grande cama de casal, com os punhos e os tornozelos presos por algemas as extremidades do leito de forma que nossas coxas ficassem bastante afastadas e assim expondo nossas genitálias de uma forma obscena. Isso nós vimos por um enorme espelho retangular suspenso por cabos ao teto, pouco acima da gente. O quarto era amplo e bastante iluminado.

Sabíamos que o homem tinha nos sequestrados e nos levado para aquele lugar. Tirou nossas roupas e nos prendeu assim. Ele deve ser um sádico estuprador e com isso em mente, gritamos por muito tempo, até ficarmos quase sem voz.

Pela luz filtrada pela janela envidraçada, podemos ver que já era noite, indicando que estávamos presas por muitas horas, e neste tempo todo, não vimos o homem ou ninguém mais.

Muito tempo depois ele entrou, o mesmo senhor de meia idade, que de início nos pareceu tão confiável. Se aproximou e com um sorriso:

– Vocês estão confortáveis, meninas? Eu lá embaixo pude ouvir os berreiros das duas; mais devo alertá-las que foi pura perda de energia. Minha casa é bastante afastada de qualquer centro urbano, no centro de um terreno cercado por altos muros. Não há nenhum modo de alguém tomar conhecimento que estão aqui comigo.

Eu estava com tanto medo que sentia meu coração querer pular pela boca e Zenaide não parava de choramingar, então chorosa, implorei que nos soltasse, que éramos apenas meninas e que tivesse compaixão e não nos machucasse.

Ele se inclinou em minha direção e sentenciou:

– As duas, de meninas não tem nada. São duas mocinhas gostosas pra caralho, que exibiam seus corpos de maneira muito provocante e foram extremamente imprudentes ao aceitarem o convite de um desconhecido, para pôr dinheiro, aceitarem ser chupadas. Vocês são na verdade duas putinhas sem vergonhas que merecem serem castigadas por agirem assim e eu vou castigá-las por esta razão.

Com os olhos arregalados, o vi trazer para perto da cama, uma mesinha de rodas com uma maleta de couro no tampo. Pelo espelho pudemos ver ele retirar muitos artefatos estranhos, mas reconheci, alguns tipos de chicotes, palmatorias de madeira e de couro, grampos metálicos e muitos outros que eu não sabia o que era. Burra eu não era e logo atinei que ele ia nos espancar com aquelas coisas. Zenaide chegou a mesma conclusão e então, soluçando de pavor, recomeçamos a implorar que nos libertasse.

Sem ouvir as nossas súplicas, balançando a cabeça num sinal de reprovação, segurou um dos chicotes, que se parecia com um rabo de cavalo e…. minha nossa! Dei um berro de dor quando senti a chicotada em meu ventre e pude ver pelo espelho, múltiplos vergões vermelhos em minha barriga, que queimavam como fogo. Logo depois, foi Zenaide que gritou de dor ao ser igualmente açoitada.

– Isso foi apenas um aviso. Eu quero que parem de fazer escândalos, berrar ou pedir que as libertem. Se me desobedecerem vão ser surradas. Estamos Entendidos?

Ele se sentou no meu lado da cama trazendo um objeto que não deu para ver o que era, mas descobri.

– Eu gosto de vagina bem lisinha, sem nenhum pelo e você, tem poucos e são loirinhos, mas assim mesmo vou me livrar de todos eles.

Ele abriu um pequeno pote e com uma espátula, lambuzou a minha testa vaginal e arredores da buceta com um creme. Ser tocada em minhas intimidades pela primeira vez na minha vida e com o agravante de ser por um homem estranho, me apavorou de tal modo, que comecei a gritar em pânico.

O malvado ergueu o chicote e agora o meu grito foi de dor, quando me açoitou com o chicote de fios trançados em meu seio direito. E ele disse que era para me calar, se não iria continuar a me surrar. Acovardada engoli o choro e de olhos fechados, senti ele voltar a espalhar o creme agora usando os dedos e usando uma navalha, com cuidado raspou todos os meus pelos, que quase não existiam e ele o fez só por prazer. Depois usou um lenço umedecido e ficou secando minha genitália, espalmou a mão por cima de minha xoxota e disse que eu já estava pronta. Em Zenaide ele fez o mesmo, a depilou por completo, só que demorou muito mais tempo, pois os pelos dela eram mais vastos e pretos. Minha amiga vendo o vergões em meu peito, nem deu um pio, com medo de sofrer o mesmo castigo.

Ele disse que iria nos espancar e colocar coisas em nós e que não queria ouvir nenhuma lamúria da gente, pois assim ele seria mais “caridoso” e nos machucaria menos. Descobrimos tarde demais que ele, além de ser um doente tarado, que nos sequestrou, é também um homem malvado, que sente prazer em nos fazer sofrer e em nos humilhar, um sádico cruel.

Perguntou e se eu era virgem e quando disse que era, ele riu e disse que sempre sonhou em “trabalhar” numa virgem e que eu iria lhe proporcionar esta alegria. Fez a mesma pergunta para Zenaide e como ela não disse nada, ele simplesmente, colocou as duas mãos em seus lábios e com os dedos separou com brutalidade as paredes de sua buceta.

– Tu já és furada, menina…. tão novinha! Quero que me diga quem foi que tirou sua cereja.

Zenaide, chorando não disse nada e quando o viu segurar o chicote e o erguer em direção de seus seios, gritou apavorada:

– Foi meu pai, foi meu pai…. ele me forçou!

Santa miséria! Nem eu sabia que Zenaide fora estuprada pelo próprio pai…, que mundo mais cão este que vivemos!

– Está certo, garota…. agora quero que fiques bem quietinha aí, enquanto eu vou me divertir com tua amiga virgem. Depois vamos conversar, está combinado?

Gelei ao ouvir o louco. Não sabia o que queria dizer ao falar em se “divertir” comigo, mas logo eu descobri. Não pude me conter e gritei de dor quando, com uma agulha fina e comprida, atravessou meu mamilo direito e fez o mesmo com o outro e horror dos horrores, ele retirou da maleta, um enorme membro de borracha e começou a passar, bem diante de meus olhos um creme amarelado e disse que iria enfiar o membro artificial em mim, mesmo gemendo de dor com as agulhas em meus mamilos, implorei que não fizesse isso, que ele iria me rasgar toda por dentro .

Zombeteiro retrucou que era isso mesmo que queria e perguntou se eu queria se fosse na bunda ou na buceta. Com o meu pavor, fiquei muda; ele pegou outro membro do mesmo tamanho e disse que como eu não escolhi o “buraco” ele iria tapar os dois.

Aos berros, alucinada de dor, senti quando ele lentamente foi enterrando a monstruosidade em meu ânus. Não resisti a intensidade do sofrimento e desmaiei. Quando voltei a mim, o vi entre as pernas de Zenaide, devorando sua vagina com a boca. Senti meu rabo doendo muito e pelo espelho vi o membro de borracha totalmente dentro do meu cu, só com o suporte externo do lado de fora. Repousando sob minha barriga, o outro consolo, lambuzado com creme e apesar da dor que sentia fiquei quieta, não querendo distrair o miserável, pois sabia que ele iria enterrar aquela coisa enorme em minha vagina e de antemão já sofria por isso.

Zenaide não mais chorava ou soluçava, fiquei bestificada, pois ela gemia e percebi que não era de dor, mas de prazer. Então me lembrei de mamãe, sete anos atrás, gemendo de prazer com dois homens dentro dela. Minha amiga estava gostando do homem lhe fazendo sexo oral…. que safadinha ela se mostrou ser!

Ele ficou muito tempo lambendo a vagina de Zenaide e eu não podia acreditar, ela uivava como uma lobinha, delirando com o nojento a chupando. Confesso que fiquei decepcionada com minha amiga, mas me assustei quando ela começou a gritar como uma louca e então o tarado levantou o rosto das suas coxas e vi seus lábios todo sujo dos sucos de minha amiga e com isso quase vomitei de tanto nojo que senti dele, quando com a língua começou a lamber os seus lábios.

Pelo espelho pude ver o rosto de Zenaide, ela estava tremula e com os olhos semicerrados e cerrava os lábios com força, pensei que ela estava tendo um ataque.

O malvado passou um lenço úmido na boca e se virou pra mim.

– A buceta da tua amiga é uma delícia! Agora vamos ver como esta bucetinha virgem se comporta.

Vi ele segurar o consolo lambuzado de creme, de minha barriga e meu pavor foi tanto que comecei a implorar que não fizesse isso comigo.

Com a maior calma do mundo, o cruel sádico, usou uma palmatória de couro, com uns quatro dedos de largura e dei um urro de dor quando ele golpeou minha xoxota.

– Tu és uma garota muito teimosa…. eu já falei que não quero ouvir nenhum pedido da boca de vocês. Agora vou lhe ensinar como se comportar, surrando esta coisinha linda que tens aí… e só vou parar quando você não gritar mais e ficar de boca fechada a cada lambada em tua buceta.

No segundo açoite sobre minha xoxota, não me contive e gritei de dor e em seguida mais outra pancada e mais um berro. Então ouvi Zenaide implorar que suportasse a dor, senão ele iria dilacerar os lábios de minha vagina de tanta pancada. Pelo espelho a vi com lágrimas nos olhos e rangi os dentes quando sofri mais uma pancada. Ele se inclinou sobre o meu rosto e me golpeou ainda mais uma vez.

– Muito bem Fernanda, acho que você aprendeu! As duas são minhas escravas e me pertencem de corpo e alma. Que se comportarem viverão muito bem sob meu teto, caso contrário irão sofrer muito. Você que me parece a mais teimosa, me responda, aprendeu a lição ou quer ser mais surrada?

– Como é! Tu vais me responder ou não?

– Sim… sim… eu vou me comportar…, mas não me machuque mais!

– Boa garota… é assim que eu gosto. Minhas escravas têm de ser submissa. Tu serás a escrava número 12 e Zenaide a 13.

– Você é a 12, entendeu Fernanda?

– Sim… sim… sou a 12.

– Responda 12… o que preferes… que eu enterre este consolo na tua buceta ou que a chupe, como fiz com a 13?

Eu tremia de medo, olhei para o enorme membro que ele brandia a dois palmos de meu rosto.

– Que… me… chupe.

– Responda direito 12 e não fale com meias palavras, diz com todas as letra o que você prefere, e senhor…. me chame de senhor, quando falar comigo.

– Senhor… eu prefiro que me chupes.

– Muito bem 12, é assim que eu gosto, obediência absoluta. Você será chupada por mim, mas não agora. Primeiro vou as posicionar como eu gosto.

Tanto Zenaide como eu. Acovardadas, com medo de sermos surrada, mesmo com os olhos demonstrando todo o nosso pavor, nos mantivemos caladas vendo-o nos desamarrar e mandar que nos levantassem e o seguíssemos. Zenaide logo se levantou e ficou em pé ao lado dele. Mas eu estava com o enorme consolo enterrado no meu cu e quando fui me levantar ele saiu quase todo de dentro de mim.

– 12, eu não lhe dei ordens para se livrar do teu brinquedo. O coloque novamente bem fundo dentro do teu rabo e que ele não saia novamente, senão vou te surrar, por desobediência.

Minha nossa! Nunca pensei que pudesse existir neste mundo, gente tão cruel e sádica como este homem. Levei as duas mãos ao meu bumbum e fui empurrando aquele monstrengo dentro de mim até que só o suporte externo ficasse de fora. Não senti nenhuma dor, apenas um grande incomodo. Acho que as paredes do reto já estavam se acostumando com o grosso objeto lá dentro a tanto tempo.

No outro canto do imenso salão, vimos muitos objetos, mesas, cadeiras e outros mobiliários. Eu vinha depois de Zenaide pois caminhava com a coxas bem juntas, com medo de deixar o console de silicone sair do meu bumbsente aí nesta cadeira e 13 venha comigo.

Com a ordem ríspida e sêca dele, eu nem pisquei e me sentei na cadeira de madeira e estremeci quando o suporte do consolo entrou em meu bumbum. Com a pressa em o obedecer me sentei com todo o meu peso. Senti muita dor, mas agora de nada adiantava, pois mesmo ficando de banda, não senti ele sair de dentro de mim. Sem que notasse levei uma mão ao meu bumbum e olhei assustada para os meus dedos manchados de sangue. O suporte externo do console é muito grosso e tinha uma espécie de saliência curva e assim quando entrou forçado em meu reto, deve ter rompido alguns vasos.

Acho que foi mais de pavor do que de dor, desabei no chão, desmaiada.

Não sei quanto tempo fiquei inconsciente, mas quando acordei, melhor seria que continuasse desmaiada. Estava presa em uma espécie de poltrona alta com estofamento duro e com o corpo dobrado em um “U” com meus tornozelos quase que encostando nos ombros. Desta forma vil, podia ver a minha vagina e o ânus, que não tinha mais o console enterrado nele, mais pude ver um filete saindo de sangue dentro do anal, que estava dilatado pelo maldito membro artificial.

Esta de tal forma amarrada que não podia mover nem mesmo a cabeça. Eram fios de nylon muito ajustados à minha carne e que deixavam sulcos em meu corpo todo.

Podia ver Zenaide amarrada numa gerigonça igual a minha, bem a minha frente. Ela me olhava com pavor nos seus olhos e deu para saber por quê. A coitadinha estava com dois membros monstruosos de silicone enterrados no bumbum e na vagina,

Ela gemia de dor e em meio ao seu sofrimento me pedia desculpas por se sentir culpada pela nossa desgraça. Ficamos muito tempo sem ele aparecer e Zenaide não mais gemia, mas pude ver que ela estava sofrendo muitas dores e continuava a chorar baixinho.

Quando ele surgiu a nossa frente a coitadinha implorou que tirasse aquelas coisas de dentro dela. Fiquei surpresa e feliz, pois o monstro retirou os membros e fez mais, a libertou das amarras e a colocou deitada sobre um colchonete no piso, quase ao meu lado. Ela se encolheu toda como um feto e ficou ali, paradinha, sem parar de soluçar.

Ele se virou para mim, segurando os dois membros artificiais e eles estavam manchados de sangue, sangue da minha amiga. Arregalei os olhos de terror quando disse que agora era a minha hora de provar os seus monstrinhos. Ele apoiou um deles na minha barriga e vi de perto como era descomunal e o porquê de a Zenaide estar sofrendo tanto e ela tinha dois deles dentro dela. No mesmo instante percebi que se ele enterrasse aquelas coisas em mim, ele me mataria, pois meu corpo é bem menor que o de minha amiga.

Então criei coragem, coragem vindo do extremo pavor e lhe disse que ele me arrebentaria toda por dentro, pois viu o que a “13” sofreu e eu sou bem menor que ela.

Me parece que ele entendeu o meu argumento, pois não me surrou por me “atrever” a implorar por algo. Ele olhou para Zenaide encolhida no chão, olhou para os dois consolos, ficou me olhando e depois falou:

– Você tem razão, 12. Esta aí já está domada…, mas com você vou te domar de outro modo. Vou levar a 13 lá para baixo, para que as outras escravas cuidem dela. Ele viu o meu espanto quando falou nas “outras escravas” e achou graça.

– Sim 12, eu tenho outras escravas lá no porão, são onze no total. Por que acha que vocês são a 12 e 13?

Ele levou minha amiga para fora do meu raio de visão e fiquei muito tempo sem saber o que tinha acontecido com ela. Quando voltou me disse que as outras estavam cuidando de minha amiga e para minha surpresa ele me soltou de todas as amarras. Depois de tantas horas presa daquele modo, estava totalmente dormente e quando ele me soltou, desabei no chão como uma jaca madura e bati com a cabeça com tanta força no piso, que perdi os sentidos.

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